terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Basquete

E segue o previsível nacional masculino de basquete

Pedro Henrique Filho

Teve início no dia 6 de janeiro o Campeonato Nacional Masculino de Basquete. A competição conta com 13 equipes que se enfrentam em turno e returno, classificando oito times para os playoffs. Até aí, falar que a competição está igual os outros anos é lógica, inlógico é a permanencia de times sem condições de elevar o nível do campeonato que promete abranger as melhores equipes do país. Essa constatação não é crítica apenas à CBB (Confederação Brasileira de Basquete), mas a iniciativa privada de cidades como Salvador, representada pelo FTC/Salvador, e Iguaçu - RJ que amargam os últimos lugares com atuações lamentáveis e derrota em todos os jogos.
Para o consolo dos paranaenses temos o Inesul Londrina com boas expectativas na jovem equipe que montou, mas com a falta de investimentos, o time esbarra na carência de um cestinha e um técnico experiente, contando apenas com o prata da casa Ricardo Azevedo, destaque da equipe, e com o imprevisível técnivo José Henrique Saviani. Em contrapartida, os experientes Léo, Ricardinho e Leitinho, atletas com passagem por grandes times como Flamengo, Botafogo, Palmeniras, tentam se adaptar ao grupo para mostrarem mais do que mostraram até agora, buscando melhorar a sétima clocação com 4 derrotas e 2 vitórias.
A parte positiva do campeonato é a boa qualidade dos times que representam Santa Catarina, Joinville e Lajeado, segundo e quarto na competição, além do forte time do Flamengo, que revive a boa fase de alguns anos atrás na era Oscar, agora tendo como grande ídolo o ala Marcelinho Machado. Apesar do fracasso pessoal na seleção brasileira, Machado vem fazendo ótimas partidas pelo time da Gávea como no último domingo na vitória do Flamengo diante do Inesul Londrina por 78x71, no qual marcou 26 pontos.
Resumindo, não é difícil de saber os favoritos ao título e mais uma vez o campeonato vai dar pouca audiência para a TV. A expectativa fica por conta da aparição de novos talentos, que serão devorados pelo rico mercado Europeu, ou pelo desejado basquete americano.

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